sábado, abril 28, 2012

Curso de Tecnologias Assistivas

Curso de Formação Continuada em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis

O Curso a distância em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil – UAB, é oferecido gratuitamente pelo Ministério da Educação-MEC, através da Secretaria de Educação Especial - SEESP, e desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS, sob a coordenação do Núcleo de Informática na Educação Especial – NIEE e o Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação CINTED.
Tem como objetivo formar professores de escolas públicas na perspectiva da Educação Inclusiva, com abrangência nacional, auxiliando-os no uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação Acessíveis e na construção de ações pedagógicas para o atendimento educacional especializado (AEE), com o objetivo de apoiar processos de aprendizagem e desenvolvimento de alunos com necessidades educacionais especiais (NEEs), nas respectivas unidades de ensino.

Coord. Pedagógica do curso: Profª Drª Lucila Maria Costi Santarosa
Coord. Administrativa: Profª Drª Liane Margarida Rockenbach Tarouco
Nível: Curso de extensão
Modalidade: Curso a distância
Carga-horária: 180 horas


PROFISSIONAIS DO CEMESPI
Maiores informações procurar a equipe diretiva do Cemespi, pois necessitamos do INEP do Centro para poder realizar a inscrição.

Endereço: www.niee.ufrgs.br

sexta-feira, abril 27, 2012

Mistérios do Autismo - Discovery


O contraste para o Baixa Visão


 CONTRASTE: A diferença relativa entre o claro e escuro nas coisas (objetos) observadas.

 Sensibilidade ao contraste

http://www.accusight.com.br/Sensib/Contraste.htm



A sensibilidade ao contraste é uma habilidade visual que possibilita a visão de detalhes quando há exposição a diferentes níveis de contraste. Esta informação visual é muito importante em várias ocasiões, como por exemplo:
1. Comunicação interpessoal: as sombras tênues em nossos rostos carregam a informações visuais relacionadas às expressões faciais.
2. Orientação e mobilidade: necessitamos ver formas críticas de baixo-contraste como o meio-fio e degraus da escada, por exemplo. No trânsito, várias situações estão em nível baixo de contraste, como enxergar ao anoitecer e durante a noite, na chuva, no nevoeiro.
3. Tarefas domésticas: há numerosas situações visuais em baixo contraste, como corte de alimentos, verificando a qualidade ao passar a ferro, etc.
4. Tarefas próximas de visão: durante a leitura e escrita, se a informação está em baixo contraste como em cópias de má qualidade ou em uma anotação pouco legível, etc.
Quando uma pessoa pode ver detalhes em muito baixo contraste, sua sensibilidade de contraste é alta e vice-versa. Dependendo da estrutura do estímulo usado na medida - qualquer forma ou tamanho diferente – a sensibilidade de contraste de uma pessoa adquire diferentes valores.
O contraste é criado pela diferença em luminância de duas superfícies adjacentes, ou seja, na quantidade de luz refletida destas superfícies.





RECOMENDAÇÕES: O aumento do contraste pode ser obtido de diferentes formas, como os cadernos com as folhas de cor clara com linhas escuras com contraste e a caneta preta ou azul-escura de ponta porosa. O giz branco ou o amarelo oferece maior visualização na lousa, a qual deve ser escura. Deve-se evitar o uso de giz cujas cores dificultam a visualização do aluno e facilitem os reflexos de luz solar sobre a lousa. Pode-se, por exemplo, sinalizar os objetos de uso comum e pessoal com tintas em relevo, coloridas, com contraste adequado às necessidades do aluno com baixa visão, o que facilita o desempenho das atividades. Os cadernos devem ter pautas pretas ou contrastes com a folha de papel. As letras e númeors emborrachados de diferentes tamanhos e cores com contraste em amarelo e preto são recomendáveis e úteis. Devem-se experimentar várias possibilidades de contrastes, observando-se a preferência e o conforto do aluno. 

Exemplo de materiais:

Letras e números emborrachados

Caderno de pauta larga e linhas ampliadas

Contraste do preto no branco/Jogo de memória animais

Contraste do preto no amarelo/Números e quantidades

Caneta de ponta porosa


Lápis 6B


Pincel atômico




Para rir um pouco!


Atividade com argila

Atividades com argila e a participação dos pais dos educandos!

Professora: Aucione Maria




Área da Surdez vai a Biblioteca Pública

A área da Surdez levou os educandos na Biblioteca Pública para participar das atividades oferecidas na
 IX Semana do Livro Infantil.



 




Braille virtual

 Uma ótima ideia para ensinar Braille aos colegas e professores de alunos cegos!

Acesse - http://www.braillevirtual.fe.usp.br/pt/index.html



Atividade de Massinha


Atividade com massinha enquanto os educandos aguardam os atendimentos


  


 

quinta-feira, abril 26, 2012

Estrutura Organizacional do Cemespi


A equipe profissional do Cemespi é composta por seis segmentos: diretiva, apoio administrativo, especialistas e cooperador; apresentando a seguinte configuração.
I – Equipe Diretiva
1. Diretor Geral;
2. Diretor Adjunto.
II - Equipe de Apoio Administrativo
1. Secretário;
2. Administrador Escolar;
3.  Assistente Social;
4.  Serviços Gerais:
a) Agente de Serviços Gerais;
b) Merendeira;
c) Motorista.
III. Equipe de apoio educacional
a) Agente de Apoio em Educação Especial;
- Interno;
- Transporte.
b) Tradutor Intérprete de Língua de Sinais.

IV – Equipe de Especialistas
1.        Professor do atendimento Educacional Especializado;
2.        Fisioterapeuta;
3.        Psicólogo;
4.        Fonoaudiólogo;
5.        Psicopedagogo;
6.        Instrutor de Língua de Sinais.

V – Equipe de Cooperadores
1. Estagiários;
                        2. Voluntários.

Equipe de Apoio Educacional

Papel do Agente de Apoio em Educação Especial (Interno)
Este profissional é responsável em auxiliar os educandos no momento em que aguardam os atendimentos ou o transporte, nas atividades de higiene, locomoção e alimentação, zelando pela sua integridade física e bem-estar.

Papel do Agente de Apoio em Educação Especial (Transporte)
           Este profissional trabalha em parceria com o motorista e direção, zelando pela segurança dos educandos durante seu transporte. Presta auxílio aos educandos que apresentam alguma dificuldade de locomoção, preenchem relatórios com o objetivo de manter a direção informada de todas as ocorrências. Quando não estiverem na sua função no transporte deverão realizar as mesmas funções do Agente de Apoio em Educação Especial (interno).


Papel do Tradutor Intérprete da Língua de Sinais
         O Intérprete de Língua de Sinais tem como função facilitar e mediar a comunicação entre surdos e ouvintes.

Papel do Professor do AEE

Papel do Professor do Atendimento Educacional Especializado
 O professor tem a função de complementar ou suplementar a formação do educando através da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem, devidamente concursada ou contratada pela Secretaria da Educação.

Papel do Instrutor de Língua de Sinais
      Contribuir com o desenvolvimento de pessoas surdas ou com deficiências auditivas, ensinando por meio da Língua Brasileira de Sinais conceitos e atualidades, contribuindo para formação de caráter e desenvolvimento de educando.

Papel da Psicopedagogia no CEMESPI

Papel da Psicopedagogia no CEMESPI

Visa oferecer atendimento psicopedagógico aos educandos do ensino fundamental da rede municipal de ensino que apresentam transtornos de aprendizagem os quais interferem no rendimento escolar, oportunizando ao educando estratégias que visam o aprimoramento de suas habilidades, bem como, mecanismos de autorregulação para que possam de maneira autônoma saber lidar com as suas dificuldades.

Papel da Psicologia no CEMESPI

Papel da Psicologia no CEMESPI

Contribuir para o processo de inclusão, na superação da problemática enfrentada pelo educando, prestar apoio a Unidade Escolar e aos responsáveis na construção de práticas e atuações inclusivas.

Papel da Fonoaudiologia no CEMESPI

Papel da Fonoaudiologia no CEMESPI

A atuação do fonoaudiólogo tem como objetivo a realização de ações preventivas, enfocando fatores que influenciam as habilidades comunicativas, qualidade de vida, saúde, bem como habilitar e reabilitar, por meio de atendimento terapêutico, os educandos nas dificuldades de comunicação oral, linguagem escrita, audição e motricidade oral.

Papel da Fisioterapia no CEMESPI

Papel da Fisioterapia no CEMESPI

O fisioterapeuta tem como função contribuir para a promoção, proteção, prevenção, habilitação e reabilitação neurofuncional conforme necessidades particulares do educando, por meio de atendimento terapêutico, orientações aos pais e/ou responsáveis e demais envolvidos, visando assistência integral e melhor qualidade de vida, cooperando para efetivar sua inclusão social.

Síndrome de Asperger no Fantástico



AUTISMO - CONSCIENTIZAÇÃO - VIDEO DA TURMA DA MÔNICA

Acessibilidade, um direito!

'Acessibilidade é o direito de usar os espaços e serviços que a cidade oferece, independente da capacidade de cada um.' Tornar o mundo acessível é um compromisso de todos: Siga essa ideia.
Clínica Neuroreabilitar - Caxias do Sul.

Infantilização de PC's

Informação importante para a população: Paralisia Cerebral não é doença mental. Algumas pessoas apresentam déficit cognitivo (de entendimento) associado ao quadro motor, mas o que define a paralisia cerebral é uma disfunção motora e não intelectual.
Clínica Neuroreabilitar - Caxias do Sul.

Música para os pequenos!

De todos os animais, o homem é o único dotado de ritmo, capaz de responder à música com movimentos. É também o único a apresentar um cérebro adaptado para compreender complexas estruturas musicais e ainda se emocionar com elas.
Clínica Neuroreabilitar - Caxias do Sul.

Atividade fora de sala!

'Ambiente complementar para atividades terapêuticas.' Explorar um ambiente onde busque o equilíbrio emocional é fundamental para os movimentos e qualidade de vida. Clínica Neuroreabilitar - Caxias do Sul

Pensamento do dia!

quarta-feira, abril 25, 2012

Uma ótima ideia!

10 anos de LIBRAS

Curiosidade!

Fique ligado!

Maurício de Souza e a Inclusão





Inclusão: como enfrentar esse desafio?

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/inclusao-7-professoras-mostram-como-enfrentam-esse-desafio-639054.shtml

Inclusão: 7 professoras mostram como enfrentam esse desafio

Educadoras compartilham a experiência de ensinar alunos com necessidades educacionais especiais. As soluções sempre envolvem o trabalho em equipe.

Roberta e Isabelly. Foto: Raoni Madalena
"Não me sinto sozinha nesse trabalho de inclusão. Conto com uma auxiliar em sala para dar conta de toda a turma e tenho a parceria da responsável pelo AEE. Juntas, pensamos nas melhores soluções para que Isabelly avance." Roberta Martins Braz Villaça, professora da EMEB Helena Zanfelici da Silva, em São Bernardo do Campo, SP.
Ensinar crianças e jovens com necessidades educacionais especiais (NEE) ainda é um desafio. Nos últimos dez anos, período em que a inclusão se tornou realidade, o que se viu foi a escola atendendo esse novo aluno ao mesmo tempo que aprendia a fazer isso. Hoje ainda são comuns casos de professores que recebem um ou mais alunos com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento (TGD) e se sentem sozinhos e sem apoio, recursos ou formação para executar um bom trabalho. Dezenas de perguntas recebidas por NOVA ESCOLA tratam disso. Mas a tendência, felizmente, é de mudança - embora lenta e ainda desigual. A boa-nova é que em muitos lugares a inclusão já é um trabalho de equipe. E isso faz toda a diferença.

A experiência de Roberta Martins Braz Villaça, da EMEB Helena Zanfelici da Silva, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, comprova isso. Entre seus 24 alunos da pré-escola está Isabelly Victoria Borges dos Santos, 5 anos, que tem paralisia cerebral. Apesar do comprometimento motor, a menina tem a capacidade cognitiva preservada. Na escola desde o ano passado, ela participa de todas as atividades. "Os conteúdos trabalhados em sala são os mesmos para ela. O que eu mudo são as estratégias e os recursos", explica a professora.

Isabelly se comunica por meio da expressão facial. Com um sorriso ela escolhe as cores durante uma atividade de pintura. No parque, com a ajuda das placas de comunicação, decide se quer brincar de blocos de montar ou no escorregador. Nas atividades de escrita, indica quais letras móveis quer usar para formar as palavras e já reconhece o próprio nome. "Ela tem avançado muito e conseguido acompanhar a rotina escolar", comemora a professora.

Roberta não está sozinha nesse trabalho. Ela conta com o apoio diário de uma auxiliar, que a ajuda na execução das atividades, na alimentação e na higiene pessoal de Isabelly. Outra parceira é a professora do atendimento educacional especializado (AEE). Num encontro semanal de uma hora, elas avaliam as necessidades da menina, pensam nas estratégias a utilizar e fazem a adaptação dos materiais.

Inaugurada em 2001, a escola em que Roberta leciona já foi construída levando em conta a inclusão: o projeto previa um elevador e um espaço para uma futura sala de recursos. Mas daí a funcionar com qualidade, com materiais diversos e uma equipe afinada, foi um longo caminho. "Somente em 2005 passamos a contar com estagiários e auxiliares em sala", lembra a diretora, Maria do Carmo Tessaroto.

Gestores preocupados com a questão e que buscam recursos e pessoal de apoio fazem da inclusão um projeto da escola. Dessa forma, melhoram as condições de trabalho dos professores, que passam a atuar em conjunto com um profissional responsável pelo AEE, a contar com diferentes recursos tecnológicos e a ter ciência de que o aluno com deficiência ou TGD não é responsabilidade exclusivamente sua. Com a parceria da família, as possibilidades de sucesso são ainda maiores, como você verá nas páginas a seguir. Com base nas experiências de professoras que atendem alunos com NEE, respondemos às seis perguntas mais recorrentes enviadas à redação. Essas educadoras certamente indicarão caminhos para você que, como elas, trabalha para fazer a inclusão de verdade.

III Encontro de Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais

Sala de Espera

A equipe da Sala de Espera realiza um excelente trabalho enquanto os educandos aguardam seus atendimentos!!!

Equipe: Abigail Cristina da Costa, Bianca Martins, Geraldina Miranda, Maria Cristina da Silva, Maristela da Luz e Silvana Vidal











Projeto "Para Gostar de Ler" Fase I - Psicopedagogia

A equipe da Psicopedagogia iniciou um projeto para incentivar nossos educandos em atendimento o gosto pela leitura.

Psicopedagogos: Daniela do Nascimento, Erickson Lima, Flávia Pera, Georgeana Moritz e Mirian Polini

Os Psicopedagogos

Apresentação do projeto

O livro Sindbá... o marujo.