terça-feira, outubro 02, 2012

DISCALCULIA

 
“O cientista político Alexandre Barros sempre foi mal em matemática. Hoje PhD em Ciência Política pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, na infância e na adolescência chegou a pensar que era incompetente, já que não conseguia multiplicar ou dividir como seus colegas de classe. Segundo ele, todo o período escolar foi um horror. Fui sempre empurrado para professores particu...
lares de matemática. Barros, 68 anos, só foi descobrir a discalculia aos 53 anos, quando já era um profissional reconhecido em sua área e tinha passado por vários obstáculos que o distúrbio poderia lhe causar. Um amigo que lhe ditava um número de telefone percebeu que Barros havia anotado os números numa ordem diferente, e disparou: “Você tem dislexia”. Surpreso, o cientista foi procurar saber mais sobre o assunto e descobriu que tinha um problema parecido com a dislexia. “Descobrir que era discalcúlico lavou a minha alma”, lembra. (Texto extraído do Jornal da Tarde de 29/09/2010).

Assim, como Barros muitas crianças também podem ser discalcúlicas e não estão correspondendo as expectativas satisfatórias de aprendizagem, por isso, pais e professores, devem estar atentos a estas questões e sempre que necessário encaminhar a criança para atendimento psicopedagógico ou neuropsicopedagógico para que a partir daí sejam feitas possíveis intervenções.

Fonte: Neurociências em Benefício da Educação



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