quinta-feira, janeiro 31, 2013

Livros em Braille

Peça os seus no Link>>https://ww2.itau.com.br/itaucrianca/peca_colecao_braile.aspx ---->>> A Coleção Itaú de Livros Infantis ganha versão em fonte ampliada e braille para contemplar também as pessoas com deficiência visual. Serão distribuídas, para serem lidas a crianças de até 5 anos, 2 mil coleções compostas por três títulos recomendados por especialistas em literatura infantil, além de folheto com dicas de leitura e adesivo.

A versão acessível foi produzida a pedido da Fundação Itaú Social pela Fundação Dorina Nowill para Cegos e está disponível desde 14 de novembro. Serão disponibilizados os mesmo títulos da versão original, que são: Lino, de André Neves (Editora Callis); Poesia na varanda, de Sônia Junqueira (Editora Autêntica); e O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado, de Don e Audrey Wood (Editora Brinque-Book).>>>>>Cursos online>>>>http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao6783&url=cursos.asp

Espaço Educar/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=577265875634427&set=a.496158113745204.126927.438212119539804&type=1&theater

Cuidado ao sacudir seu bebê!

Compartilhem! É muito importante que todas saibam. Muitas vezes acontecem tragédias por pura falta de informação.
Super mamães/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=479638105407264&set=a.377968472240895.77402.377965875574488&type=1&theater

Cantinho da leitura!

Esta é mais uma dica para você fazer seu cantinho da leitura... Mais barata, usando reciclagem de caixa de papelão!!! Tem dicas de COMO FAZER e MOLDES no link, confiram! http://www.pragentemiuda.org/2013/01/cantinho-da-leitura-com-caixa-de-papelao.html
Gente Miúda/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=457483134319092&set=a.213663168701091.51248.170123743055034&type=1&theater

Fonoaudiologia


 Conheça mais sobre o universo da fonoaudiologia e do profissional fonoaudiólogo!
 Acessem, curtam e compartilhem: Dia a Dia Fonoaudiologia
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=406503299441355&set=a.266431220115231.62248.259803940777959&type=1&theater

AUTISMO

O autismo pode ser considerado um distúrbio do desenvolvimento caracterizado por quadro comportamental que envolve sempre as áreas da interação social, da comunicação e do comportamento em graus variáveis de severidade. Acesse: http://migre.me/cXZgA

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Falhas Famosas!

Via Profissão Professor/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=526146310762811&set=a.329813757062735.80712.329222423788535&type=1&theater

Porta trabalhos!

Sugestões para pendurar os trabalhos dos alunos ou de seu filho! Muito lindo! Estas imagens foram retiradas via HCD Jugando y Aprendiendo Juntos
http://www.lowescreativeideas.com/idea-library/projects/kids-clothespin-art-display
http://www.lowescreativeideas.com/idea-library/projects/kids-clothespin-art-display
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=547212105296596&set=a.458605797490561.107888.165832953434515&type=1&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=458614040823070&set=a.458605797490561.107888.165832953434515&type=1&theater
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=458615410822933&set=a.458605797490561.107888.165832953434515&type=1&theater
http://ana-white.com/2010/11/ruler-clip-art-rails.html
http://whatdadscando.wordpress.com/2011/09/01/school-artwork-hangers/
http://www.tonyastaab.com/2010/09/displaying-artwork.html

Ser diferente - Ayrton Senna

Deslocamento do cotovelo

Deslocamento do cotovelo das crianças causado por falta de conhecimentos dos pais.
Via: Madres Leche de Burgos

Isso é Brasil/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=442944462441668&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&theater

TDAH, como identificar?

Quilombo Psique/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=563574617003726&set=a.277164342311423.79266.276008922426965&type=1&theater

segunda-feira, janeiro 28, 2013

Pensamentos e orações para Santa Maria!

Oremos pelas vítimas, famílias e para os jovens que sobreviveram no incêndio em Santa Maria!!!!
Nossos corações estão com vocês!!!
Coisas que Gaúcho fala/https://www.facebook.com/photo.php?fbid=259601990837159&set=a.150313648432661.32423.149536188510407&type=1&theater 

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Inclusão - realidade brasileira?

VIA Diário de Um Autista - Joseffe Yeshua https://www.facebook.com/DiariodeumAutista
Saiu no jornal DIÁRIO DO NORDESTE desta segunda dia 21 de janeiro de 2013 uma notícia sobre autistas.
=>> Link da Matéria Completa: http://virtual.diariodonordeste.com.br/eds/2013/01/21/A/paginas/pdf/A6.pdf

Problemas de escrita na criança com Asperger

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=315875238533125&set=a.239324852854831.52998.239108836209766&type=1&theater  

Especialização em Educação Especial

Especialização em Educação Especial - Turma 2013
Período de inscrição: 22/01/2013 a 15/02/2013
 http://www.prppg.ufc.br/newprppg.ufc.br/index.php/editais/81-especializacao/242-especializacao-em-educacao-especial-turma-2013

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Álbum Sensorial

No vídeo há explicação sobre o que é Disfunção da Integração Sensorial! Muito bom!
Para trabalhar com essa dificuldade utilize um álbum sensorial, como no vídeo!

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Andador para os bebês: CUIDADO!!!

Evite o uso dos andadores para bebês

 

Por volta dos 6 a 8 meses, quando o bebe já consegue se sentar, ele passa a tentar engatinhar quando deixado num piso plano. Bebês que conseguem engatinhar são mais propensos a terem maior êxito futuro na escrita, leitura e atividades físicas pela estimulação que o engatinhar proporciona na coordenação mãos-olhos. Com a introdução do andador, muitos bebês pulam a etapa do engatinhar.
No andador, o apoio dos pés no chão se faz jogando as pernas para trás, como um nadar de pato, o que não ajuda a desenvolver a coordenação para marcha da criança. Enfim, é só uma espécie de chupeta para o corpo do bebe, para dar uma folga aos pais para deixar o bebe mais solto, porém o colocando em risco para acidentes e com chances de atrapalhar seu desenvolvimento. 

Fonte: Neurociências e aprendizagem
 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=408767769202456&set=a.333988396680394.77397.333898933356007&type=1&theater

Planejamento no início do ano letivo

Como organizamos as boas-vindas às crianças e às famílias

| Educação Infantil - Leninha Ruiz
 Hoje Leninha conta como organiza as boas-vindas às crianças e às famílias na escola onde ela trabalha. O encontro é feito num sábado, antes de as aulas começarem. Assim, o professor tem a oportunidade de conhecer cada um de seus alunos numa situação confortável para a criança, já que está acompanhada de um adulto de sua confiança, e os pais conhecem a sala e o professor. O que vocês acham? 

Acesse para matéria completa: http://abr.io/39wG

http://revistaescola.abril.com.br/blogs/coordenadoras/?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola
Nova Escola: Coordenadoras em ação. Via Gestão Escolar

terça-feira, janeiro 22, 2013

Planejamento!

PLANEJAR
"O melhor de um planejamento está
Na capacidade de sonhar
E de inspirar sonhos.
Quem planeja aulas com as cores dos sonhos,
Faz parte daquele grupo de Educadores e Educadoras,
Que tem o dom de ser fazer eternos nas lembranças,
Daqueles que a vida lhes deu para cuidar.

Este é o verdadeiro objetivo de um planejamento
E a essência de uma Educação que faz sentido."

Trecho do texto de Aluisio Cavalcante Jr.

 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=538644839493395&set=a.306639742693907.79960.306634476027767&type=1&theater

domingo, janeiro 20, 2013

Diversidade cognitiva

Diversidade cognitiva...cada indivíduo é único!

Ana Lúcia Hennemann- Abril/2012

Nas últimas décadas grandes são os investimentos em estudos que contribuem para a compreensão do processo de aprendizagem. Cientistas e educadores estão na construção de um possível diálogo, procurando pontes sólidas de interação que permitam buscar espaços de discussão contribuindo assim para a compreensão dos processos de aprendizagem. Dentro desta linha, vem a abordagem da neurociência intensificando  informações importantes a respeito das bases biológicas da cognição. Segundo Nicolelis (2011) em entrevista para o Jornal Diário Regional, “o neurocientista estuda como o cérebro aprende, esse diálogo com os educadores é fundamental, porque os educadores estão tentando ensinar cérebros.” 
Entender o funcionamento do cérebro  está longe de ser a visão generalista de que existem dois hemisférios e que cada um tem funções diferentes, pois se fosse assim, Louzada (2011, p.48) menciona que “os alunos poderiam ser divididos em grupos, de acordo com o hemisfério cerebral que mais utilizam”. Falar sobre o cérebro é perceber que  cada um pensa diferente, age diferente, percebe diferente. Existe uma diversidade cognitiva, ou seja, modos, velocidade,  ritmos diferentes de aprendizagem.
Na abordagem da Psicologia Cognitiva, pesquisadores, tais como Howard Gardner proporcionam informações importantes para que o desenvolvimento mental da criança seja melhor estimulado. Através de seus estudos, demonstra que não existe somente um tipo de inteligência, mas sim, múltiplas inteligências. Paula (2009, p.144) explicitando as idéias de Gardner, enfatiza que:
...os professores precisam buscar meios para desenvolver várias inteligências nos alunos. Entretanto, no planejamento devem ser previstos meios para ajudar os alunos a atingirem uma competência, uma habilidade ou um papel desejado. Para ele, alunos talentosos devem ser orientados para aperfeiçoar seus talentos. Para alunos que apresentam dificuldades na escola, ou mesmo patologias que lhes atrapalham o aprendizado, devem ser desenvolvidos mecanismos e adaptações que auxiliem a adquirir habilidades. Nesse processo, é preciso identificar as propensões biológicas e psicológicas dos seres humanos, os seus universos culturais, e trabalhar essa diversidade.
Somente ter o conhecimento da diversidade cognitiva existente no ambiente escolar por si só não basta, se faz necessário intensificar a diversidade na prática educativa, pois a sala de aula nunca é homogênea, mas sim carregada de diferenças, de  adaptações ao currículo, de envolvimento de todos que fazem parte do processo educativo. Minetto (2009, p.67) nos faz a seguinte colocação,
Muitas vezes, de forma equivocada, achamos que só há um tipo de aprendizado, esquecendo-nos das diversidades, das necessidades individuais. Seria importante o professor e os demais profissionais da escola perguntarem: o que esse aluno precisa nesse momento? É ser alfabetizado em um ano? É fazer grandes cálculos? Ou seria aumentar sua autoestima? Ou seria ganhar autonomia?
 Também nesse sentido, Louzada (2011, p. 48) no intuito de intensificar o trabalho com a diversidade cognitiva, ressalta que “Ao planejar uma estratégia pedagógica o educador deve levar em consideração aspectos relacionados à aprendizagem, à linguagem, às emoções, à atenção e assim por diante”.
Entendendo que os educadores, não educam para o ontem, mas sim no hoje, porém, com vistas para o amanhã, se faz necessário, acompanhar os avanços da neurociência e trabalhar em conjunto, buscando melhores métodos para otimizar a diversidade cognitiva, bem como, melhores métodos de intervenções precoces, procurando de forma prazerosa transformar informações em conhecimento. Louzada (2011, p. 49) nos alerta para as modificações do cérebro, uma vez que "Nosso cérebro, portanto, é plástico, modifica-se ao longo de toda a vida. Por esse motivo, nenhum cérebro é idêntico ao outro, assim como amanhã ele não será igual ao que era ontem”.
REFERÊNCIAS:

LOUZADA, Fernando. Neurociência e educação: um diálogo possível? Revista Mentecérebro. Nº 222 Julho. São Paulo: Ediouro Duetto Editorial Ltda, 2011.
MINETTO, Maria de Fátima Joaquim ET ALL. Diversidade na aprendizagem de pessoas portadoras de necessidades especiais. Curitiba: IESDE Brasil S. A., 2010. 284 p.
OLIVEIRA, Fernando de. Um novo mundo através da neurociência.Santa Cruz do Sul: Diário Regional, 2011. Disponível online em: <
PAULA, Ercília Maria de.; MENDONÇA, Fernando Wolff. Psicologia do Desenvolvimento. 2 ed. Curitiba: IESDE Brasil S.A. , 2009.164 p.
 

Vygotsky e o conceito de zona de desenvolvimento proximal

Para Vygotsky, o segredo é tirar vantagem das diferenças e apostar no potencial de cada aluno

Nascido na Bielorrússia, Vygotsky viveu seus anos mais produtivos sob a ditadura de Stalin, na antiga União Soviética. Teve seus livros proibidos e morreu cedo, aos 37 anos. Foto: Reprodução
Censura e vida breve Nascido na Bielorrússia, Vygotsky viveu seus anos mais produtivos sob a ditadura de Stalin, na antiga União Soviética. Teve seus livros proibidos e morreu cedo, aos 37 anos.
 
Todo professor pode escolher: olhar para trás, avaliando as deficiências do aluno e o que já foi aprendido por ele, ou olhar para a frente, tentando estimar seu potencial. Qual das opções é a melhor? Para a pesquisadora Cláudia Davis, professora de psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sem a segunda fica difícil colocar o estudante no caminho do melhor aprendizado possível. "Esse conceito é promissor porque sinaliza novas estratégias em sala de aula", diz Cláudia. O que interessa, na opinião da especialista, não é avaliar as dificuldades das crianças, mas suas diferenças. "Elas são ricas, muito mais importantes para o aprendizado do que as semelhanças."

Não há um estudante igual a outro. As habilidades individuais são distintas, o que significa também que cada criança avança em seu próprio ritmo. À primeira vista, ter como missão lidar com tantas individualidades pode parecer um pesadelo. Mas a pesquisadora garante: o que realmente existe aí, ao alcance de qualquer professor, é uma excelente oportunidade de promover a troca de experiências.

Essa ode à interação e à valorização das diferenças é antiga. Nas primeiras décadas do século 20, o psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky (1896-1934) já defendia o convívio em sala de aula de crianças mais adiantadas com aquelas que ainda precisam de apoio para dar seus primeiros passos. Autor de mais de 200 trabalhos sobre Psicologia, Educação e Ciências Sociais, ele propõe a existência de dois níveis de desenvolvimento infantil. O primeiro é chamado de real e engloba as funções mentais que já estão completamente desenvolvidas (resultado de habilidades e conhecimentos adquiridos pela criança). Geralmente, esse nível é estimado pelo que uma criança realiza sozinha. Essa avaliação, entretanto, não leva em conta o que ela conseguiria fazer ou alcançar com a ajuda de um colega ou do próprio professor. É justamente aí - na distância entre o que já se sabe e o que se pode saber com alguma assistência - que reside o segundo nível de desenvolvimento apregoado por Vygotsky e batizado por ele de proximal (leia um resumo do conceito na última página).

Nas palavras do próprio psicólogo, "a zona proximal de hoje será o nível de desenvolvimento real amanhã". Ou seja: aquilo que nesse momento uma criança só consegue fazer com a ajuda de alguém, um pouco mais adiante ela certamente conseguirá fazer sozinha (leia um trecho de livro na terceira página). Depois que Vygotsky elaborou o conceito, há mais de 80 anos, a integração de crianças em diferentes níveis de desenvolvimento passou a ser encarada como um fator determinante no processo de aprendizado.

Fonte: Nova Escola -  http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/vygotsky-conceito-zona-desenvolvimento-proximal-629243.shtml?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola&

Lei de exclusão!

Notícias, Fórum Nacional de Ed. Inclusiva

Prefeito do Rio de Janeiro sanciona lei de exclusão educacional

rio de janeiro 
Foi publicada hoje, no Diário Oficial, com a assinatura do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, a Lei 5.554/13, que contraria a Convenção sobre os Diretos das Pessoas com Deficiência, a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei 7.853/89 e os princípios do Plano Viver Sem Limites, que tem como um dos programas, no eixo educação, o BPC na Escola, com o objetivo de assegurar o acesso e a permanência dos estudantes público-alvo da educação especial na classe comum da escola regular.
Pais, gestores, professores e pessoas com deficiência não são obrigados a aceitar leis que violam direitos fundamentais. Muito pelo contrário, têm o direito de denunciar e exigir que os direitos humanos sejam respeitados.
A lei do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, direciona estudantes para classes e escolas especiais, muito embora cite a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que é um marco contra a exclusão educacional. O prefeito, certamente, está sem assessoria e, desde logo, o Fórum Nacional de Educação Inclusiva solicita que a Associação Nacional de Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência (AMPID) manifeste-se com veemência, lembrando que cada um de nós pode e deve fazer o mesmo.
Enviem e-mails para a prefeitura do Rio de Janeiro, por que o prefeito Eduardo Paes (ou qualquer outro prefeito) não tem o direito de excluir seres humanos do sistema de ensino por motivo de deficiência. Educação é na escola comum. Assim é na nossa legislação, assim manda a CDPD no artigo 24 e em todos os demais. Negar ou fazer cessar matrícula por motivo de deficiência é crime (Lei 7.853/89 – Art. 8) e encaminhar para classe especial e não ofertar recursos para a garantia do acesso e a permanência em classe comum pode, sim, ser compreendido como fazer cessar o direito à educação.
Segue abaixo a Lei sancionada pelo prefeito do Rio de Janeiro, de autoria dos vereadores Eliomar Coelho (PSOL), Paulo Messina (PV) e Teresa Bergher (PSDB), para a qual solicitamos da AMPID atenção especial.
Lembramos, ainda, que a cidade recebeu, em 2010, do Ministério da Educação, 494 kits para a implantação de salas de recursos multifuncionais, e que os recursos para a equiparação de direitos e igualdade de condições são direitos fundamentais. Vamos fazer valer! Junt@s Somos Fortes!
Aproveitamos para reproduzir o inciso I do artigo 1º:
“I – instituição da Educação Especial na perspectiva inclusiva, na Educação Infantil e Ensino Fundamental da Educação Básica, preferencialmente em escolas regulares, sem prejuízo, das escolas especiais ou classes especiais continuarem a prover a educação mais adequada aos alunos com deficiência que não possam ser adequadamente atendidos em turmas comuns ou escolas regulares;”
Diante de texto claramente contrário aos preceitos legais do nosso país, ressaltamos que o Rio de Janeiro mantém abertas 10 escolas e quase 1.000 classes especiais. Isso é oferta de educação? Não!
DENUNCIEMOS! Mesmo que a negativa de matrícula seja em escola privada, não deixe de levar a Lei 5.554 para ser anexada à denuncia.
Senhor prefeito: É muito mais fácil segregar do que fazer acontecer a educação para todos e para todas, mas lembre-se de que pessoas com deficiência são seres humanos. Perceba que o texto da lei que o senhor sancionou é absurdamente incoerente porque o inciso VII do artigo 2º dessa lei contraria o inciso I do artigo 1º da própria lei, acima citado. A saber:
“VII – combate permanente a toda forma de discriminação e exclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação;”
Como pode o município combater a exclusão e a discriminação se elabora leis que autorizam a segregação com base na deficiência?
A seguir, o texto de uma lei que JAMAIS deveria ter existido. Ela é inconstitucional.
Diário Oficial nº : 204
Data de publicação: 17/01/2013
Matéria nº : 51484
OFÍCIO GP n.º 10/CMRJ Em 16 de janeiro de 2013.
Senhor Presidente,
Dirijo-me a Vossa Excelência para comunicar que, nesta data, sancionei o Projeto de Lei n.º 552-A, de 2010,de autoria dos Vereadores Teresa Bergher, Paulo Messina e Eliomar Coelho, que “Estabelece diretrizes para a inclusão educacional de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e dá outras providências”, cuja segunda via restituo-lhe com o presente.
Aproveito o ensejo para reiterar a Vossa Excelência meus protestos de estima e distinta consideração.
EDUARDO PAES
LEI N.º 5.554 DE 16 DE JANEIRO DE 2013.
Estabelece diretrizes para a inclusão educacional de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e dá outras providências.
Autores: Vereadores Teresa Bergher, Paulo Messina e Eliomar Coelho
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art.1º As ações públicas de educação voltadas aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem no âmbito do Município deverão observar as seguintes diretrizes:
I – instituição da Educação Especial na perspectiva inclusiva, na Educação Infantil e Ensino Fundamental da Educação Básica, preferencialmente em escolas regulares, sem prejuízo, das escolas especiais ou classes especiais continuarem a prover a educação mais adequada aos alunos com deficiência que não possam ser adequadamente atendidos em turmas comuns ou escolas regulares;
II – garantir a permanência, a acessibilidade e o desenvolvimento escolar dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem;
III – qualificação continuada e especializada dos professores;
IV – prioridade de oferta de vagas aos alunos com deficiências em unidades escolares próximas à residência do aluno.
Art. 2º Para fins de aperfeiçoamento e sustentabilidade das diretrizes estabelecidas no art.1º, o Poder Público desenvolverá ações que prestigiem os seguintes aspectos:
I – emprego de recursos pedagógicos atualizados e compatíveis com o atendimento adequado de acordo com as diversas deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem de cada aluno;
II – planejamento estratégico para estimular o desenvolvimento e aprendizagem do aluno segundo as necessidades educacionais de cada um, e sua inclusão social e educacional;
III – a capacitação do corpo docente para identificação precoce dos distúrbios, síndromes e/ou transtornos relacionados ao processo de aprendizagem e desenvolvimento de abordagem pedagógica especializada para atendimento dos alunos;
IV – visão multidisciplinar que assegure a interação dos profissionais de educação e das áreas afins no atendimento, acompanhamento e desenvolvimento educacional dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem;
V – avaliações periódicas para detecção das deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação e/ou dificuldades de aprendizagem, com o encaminhamento do aluno para atendimentos especializados;
VI – formação de banco de dados específicos e complementares que, dentre outros, registrem os processos de avaliação, diagnósticos, tratamentos adotados, acompanhamento do desempenho pedagógico e desenvolvimento sócio-emocional do aluno;
VII – combate permanente a toda forma de discriminação e exclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação;
VIII – abordagem sobre o papel e a importância da família e da sociedade na formação e desenvolvimento de crianças e adolescentes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação com vistas à adoção de medidas que assegurem a inclusão educacional, cultural, profissional e social;
IX – participação efetiva da família no processo educacional especial e no acompanhamento dos tratamentos especializados e desenvolvimento de habilidades e nas atividades pedagógicas específicas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
EDUARDO PAES
* Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial

sábado, janeiro 19, 2013

Emilia Ferreiro

Veja a entrevista completa e conheça as ideias de Emilia Ferreiro em http://abr.io/3GgY

 
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=518950231478047&set=a.203782682994805.52498.110225312350543&type=1&theater