terça-feira, abril 09, 2013

Hiperatividade não é malcriação

Hiperatividade não é malcriação

(Anne Lieri)


É bastante comum relacionarmos a hiperatividade com a falta de educação.
Um aluno agressivo, que não para quieto e perturba a aula nem sempre é hiperativo.
De acordo com o psiquiatra Mario Louzã, especialista nestes casos, os sintomas da hiperatividade devem ocorrer no mínimo em dois ambientes.
Geralmente em casa e na escola a criança com esse transtorno apresenta inquietude, desatenção e impulsividade.
Essas são as características básicas dos portadores do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), uma doença que surge na infância, mas que pode prosseguir pela vida adulta, comprometendo o desempenho profissional, familiar e afetivo, segundo o Dr.Drauzio Varela.
Um aluno com TDAH apresenta problemas com a motricidade. Ele parece um “bicho carpinteiro”, demonstrando inquietude.
Ao mesmo tempo são impulsivos, agem sem pensar e, por este motivo, costumam cair e se machucar mais vezes.
São extremamente distraídos e sem paciência.
Da próxima vez que seu filho interromper uma conversa pedindo sua atenção, observe primeiro se ele não apresenta outras características do TDAH.
O que parece simples falta de educação pode ser uma doença que necessita de diagnóstico e tratamento médico.


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