quarta-feira, maio 15, 2013

TDAH: o que é?

 
 O que é o TDAH? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparecem na infância e frequentemente acompanham o indivíduo por toda a sua vida. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD. O indivíduo que tem TDAH (DDA) é inteligente, criativo e intuitivo, mas não consegue realizar todo seu potencial em função do transtorno, que tem três características principais: desatenção, impulsividade e hiperatividade (ou energia nervosa).

Possuem dificuldade de assistir uma palestra, ler um livro, sem que sua cabeça “voe” para bem longe, perdida num turbilhão de pensamentos. Cometem erros por falta de atenção a detalhes, faz várias coisas simultaneamente, ficando com vários projetos, tarefas por terminar e a cabeça remoendo todos os "tenho que". Quando motivado e/ou desafiado, tem uma hiperconcentração. São desorganizados tanto internamente (mil pensamentos e ideias ao mesmo tempo), como externamente: mesa, gavetas, papéis, prazos, horários.

A impulsividade domina seu comportamento, e a pessoa pode, falar, comer, comprar, trabalhar, ficar em salas de bate papo da Internet, beber, jogar... Compulsivamente. Geralmente, fala e/ou faz o que lhe vem na cabeça, sem pensar se é adequado ou não, podendo causar muitos estragos, costuma ser impaciente, irritadiço, "pavio curto", e com alterações de humor, além de mudar com facilidade de metas, planos, e é comum ter mais de um casamento, ou relacionamento estável.

Apesar do TDAH (DDA) atingir até 6% da população, é até hoje muito desconhecido, inclusive por muitos profissionais da saúde, que tratam apenas das suas consequências. A falta do diagnóstico, e tratamento correto, geram grandes prejuízos na vida profissional, social, pessoal, e afetiva do indivíduo, sem que ele saiba o motivo. Sem tratamento, outros distúrbios vão se associando (comorbidades), a autoestima fica cada vez mais comprometida, e a pessoa vai se isolando do mundo, sentindo-se muitas vezes um "estranho fora do ninho".

Quais são as causas do TDAH? Já existem inúmeros estudos em todo o mundo, inclusive no Brasil, demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos. Estudos científicos mostram que portadores de TDAH, têm alterações na região frontal, e nas suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano, em comparação com outras espécies animais, e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.
O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).

Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos
neurotransmissores da região frontal e suas conexões:

Hereditariedade: Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH, a presença de parentes também afetados com TDAH, era mais frequente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais, do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo "desatento" ou "hiperativo",
simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familiar era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos, e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH, que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos, e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc.). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas
características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz "concordantes") do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH, foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar, que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim, em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único "gene do TDAH". Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.

Substâncias ingeridas na gravidez: A nicotina e o álcool, quando ingeridos durante a gravidez, podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção.

Sofrimento fetal: Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto, que acabaram causando sofrimento fetal, tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas, e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho), é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.

Exposição a chumbo: Crianças pequenas, que sofreram intoxicação por chumbo, podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue, para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.

Problemas Familiares: Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível sócio econômico mais baixo), poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta ideia. As dificuldades familiares podem ser mais consequência, do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais). Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.

Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH: corante amarelo, aspartame, luz artificial, deficiência hormonal (principalmente da tireoide), deficiências vitamínicas na dieta.

Quais são os sintomas de TDAH? O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

Desatenção: Desvia facilmente a atenção do que está fazendo, e comete erros por prestar pouca atenção a detalhes, muitas vezes distrai-se com seus próprios devaneios, ou então, um simples estímulo externo o tira do que está fazendo. Tem dificuldade de concentração em palestras, aulas, leitura de livros... (dificilmente termina um livro a não ser que o interesse muito), e às vezes parece não ouvir quando o chamam (muitas vezes é interpretado como, egoísta, desinteressado). Durante uma conversa, pode distrair-se, e prestar atenção em outras coisas, principalmente quando está em grupos, ou capta apenas partes do assunto, e enquanto “ouve”, já está pensando em outra coisa, e interrompe a fala do outro.

Reluta em iniciar tarefas que exijam longo esforço mental, e tem dificuldade em seguir instruções, em iniciar, completar e só então, mudar de tarefa (muitas vezes é visto como irresponsável). Possui dificuldade em organizar-se com objetos (mesa, gavetas, arquivos, papéis...), e com o planejamento do tempo (costuma achar que é 10 e que o dia tem 48h). Tem problemas de memória em curto prazo, perde ou esquece objetos, nomes, prazos, datas; durante uma fala, pode ocorrer um "branco", e a pessoa esquece o que ia dizer. (É necessário que a pessoa tenha 6, ou mais, características de forma crônica, num mínimo de 6 meses para haver possibilidade de diagnóstico).

Hiperatividade-impulsividade: O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua", e geralmente "estabanadas", e com "bicho carpinteiro", ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano, e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra, e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento, e o quanto isto afeta os demais à sua volta. São frequentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande frequência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.

O TDAH é comum? Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes, encaminhados para serviços especializados. Ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo, em que já foi pesquisado, e em mais da metade dos casos, o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.

Diagnostico: O diagnóstico do TDAH é feito por profissionais especializados no assunto, através de uma avaliação clínica baseada no histórico de vida da pessoa. No caso de adultos, muitas vezes é importante a colaboração do cônjuge, ou de pessoas próximas. No diagnóstico de crianças ou adolescentes, é necessário a participação dos pais e/ou professores. A avaliação é feita desde a infância, uma vez que o transtorno é crônico, e a pessoa já nasce com ele. O adulto deve procurar a ajuda de profissionais especializados na área, para diagnóstico e tratamento, quando seu jeito de pensar, de sentir, comportar-se, causam-lhe prejuízos na área profissional, social, afetiva e/ou consigo mesmo.

Comportamentos comuns em adultos com TDAH que devem procurar por um diagnóstico: Distrair-se com assuntos de menor importância, deixando o principal para a última hora (procrastinação). Cometer erros por distração, mesmo conhecendo o assunto.

Ser muito desorganizado em tarefas, ou tempo (geralmente está sempre atrasado). Dificuldade em controlar, conter seu comportamento. Costuma falar ou fazer coisas, antes de pensar se são adequadas ou não, podendo gerar conflitos pessoais, sociais ou familiares. Começam uma tarefa pensando nas que estão por terminar, e nas que estão por fazer. A falta de foco e a impulsividade faz com que se largue o que está fazendo, e vá para outra tarefa, deixando-a inacabada.

Sentem muita dificuldade em ler um livro até o final (apesar de comprar muitos), a não ser que o assunto o interesse muito. Oscilam muito de humor. Está bem, no momento seguinte está mal, sem um motivo necessário. Apresentam dificuldade em ouvir, enquanto o outro fala, já está pensando na resposta. Pode monopolizar as conversas, sem perceber que está sendo inadequado. Geralmente são muito críticos, querem fazer tudo do seu jeito, no seu tempo. São muito impacientes e irritadiços, costumam ser muito emotivos e intensos, fazendo verdadeiros dramas, com fatos muitas vezes simples, e geralmente, estão sempre estressados e ansiosos.

O adulto com TDAH pode ter como consequências (comorbidades): depressão, ansiedade generalizada, TOC, bipolaridade, endividamento, transtorno do sono, de apetite, uso de drogas.

Crianças ou adolescentes devem ser encaminhados pelos pais e/ou professores quando há fatores decorrentes do TDAH (DDA) tais como: Dificuldade no aprendizado.

Existem dois tipos:

Hiperativos/impulsivos: Conversam, não param quietos em sua cadeira, derrubam material escolar, saem da classe, atrapalham o professor e seus colegas, na sala de aula. Em casa, não conseguem sentar e fazer as tarefas até o final, e não conseguem se concentrar no que fazem.

Desatentos: São calmos, aparentemente prestam muita atenção no professor, mas seus pensamentos estão longe, ”viajando”. O mesmo acontece quando estão fazendo suas tarefas em casa. Esse grupo é mais difícil de ser diagnosticado na infância. Tanto o tipo hiperativo/impulsivo, como o tipo desatento (ou combinado) costuma cometer erros, por distração, mesmo sabendo a matéria questionada. Possui dificuldade no relacionamento interpessoal, em casa, com professores, ou com amigos, querem fazer tudo do seu jeito sem esperar a vez do outro, ou sem ouvir as orientações dadas. Apresentam irritabilidade, quando os acontecimentos dos fatos não ocorrem como eles querem, tornando-se irritados, fazendo birras ou rebeldias.

Costuma ser muito desorganizado; a mochila, a mesa de estudos, o quarto, costuma ser caótico, e eles esquecem, ou perdem materiais escolares, óculos, celulares, etc. São viciados em videogame, e quando a criança ou
adolescente, gosta do que faz, ou sente-se desafiado (características do jogador), entra em hiperconcentração e muitos nem ouvem, caso sejam chamados. Deixam para fazer suas tarefas na última hora, em detrimento da qualidade. Apresentam alterações no peso, ou são obesos pela compulsão de comer, ou estão abaixo do peso, pela impaciência, de ficar sentado à mesa o tempo suficiente, para fazerem suas refeições.

Crianças ou adolescentes com TDAH podem ter como consequências (comorbidades):TOD (Transtorno Opositivo Desafiador), dislexia, discalculia, dispraxia,depressão,transtornos de comportamento
(impulsividade/hiperatividade, impaciência, irritabilidade, tiques). Apesar do quadro desalentador onde a pessoa muitas vezes é considerada
desorganizada, preguiçosa, agitada, maníaca, imprevisível, irresponsável, desnorteada, quanto mais cedo for diagnosticada e tratada, mais facilmente aprenderá a conviver com o TDAH (DDA) de maneira mais positiva.

E menores serão os problemas com a autoestima e autoconfiança,
normalmente tão comprometidas. Infelizmente, ainda há muitos diagnósticos errados nessa área, em função do desconhecimento do transtorno por muitos profissionais da saúde, que acabam tratando apenas das consequências, desconhecendo a origem dos problemas. O diagnóstico não se baseia apenas na presença dos sintomas, mas em sua intensidade e duração, e em quanto interferem na vida cotidiana da pessoa.

Tratamento: Após o diagnóstico feito por um profissional que entenda profundamente do assunto, o tratamento abrange psicoterapia estrutural e organizadora na criança ou no adulto, envolvendo toda dinâmica familiar, medicação quando necessário, muita informação e conscientização do que é TDAH (DDA). Comprovadamente a terapia cognitiva comportamental é que dá melhores resultados. O terapeuta deve funcionar como um treinador, dando instruções e sinalizando ("perceba como está se perdendo em detalhes... como está desviando de seu objetivo... pare, volte àquele assunto...").

O foco da terapia deve ser a mudança de velhos hábitos que já se tornaram vícios: Adiamento crônico, desorganização, pensamentos negativos, além do resgate da autoconfiança e da autoestima, geralmente muito abaladas. Dependendo do grau do TDAH, a medicação pode melhorar muito a qualidade de vida da pessoa. No Brasil, a primeira indicação é do estimulante do córtex pré-frontal, o metilfenidato, que apresenta se de três formas:

Ritalina de curta duração, Ritalina LA de longa duração, e Concerta de longa duração.Eles funcionam como óculos para o míope, devolvem a visão focada, mais nítida. O estimulante é fundamental quando há problemas de aprendizado, e/ou decréscimo na capacidade profissional. No entanto, ele sozinho não faz milagres, nem cura o transtorno, que é crônico. Há muita desinformação e enxurradas de falsos rumores, envolvendo o metilfenidato. Esses boatos alarmantes ignoram centenas de pesquisas científicas, que comprovam ser um medicamento extremamente seguro, quando administrado com supervisão adequada.

Se o TDAH (DDA) vier acompanhado de consequências, muitas vezes, é necessária, a inclusão de outra medicação, mas é comum a depressão, por exemplo, desaparecer apenas com o estimulante e psicoterapia, na medida em que os sintomas de TDAH (DDA) vão sendo administrados, controlados e a pessoa readquire seu controle interno e sua produtividade.

Buscando ajuda médica: Procure seu médico, caso você ou a escola do seu filho, suspeitem que ele sofra de TDAH. Informe seu médico sobre quaisquer: Dificuldades em casa, na escola ou no relacionamento com os colegas, efeitos colaterais da medicação, sinais de depressão.

Expectativas: O TDAH é uma doença crônica de longa duração, se não tratado adequadamente, pode provocar: Abuso de álcool e de drogas, fracasso escolar, problemas para manter o emprego, e problemas com a lei. Cerca de metade das crianças com TDAH, seguirão tendo sintomas problemáticos de desatenção, ou impulsividade, na idade adulta. Entretanto, os adultos costumam ser mais capazes de controlar o comportamento e mascarar as dificuldades. Embora não haja maneira comprovada de prevenir o TDAH, quanto mais cedo ele for identificado e tratado, mais problemas associados ao transtorno poderão ser evitados.

Alguns Testes para Identificar o TDAH:
http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/
http://www.tdah.net.br/teste.html

Lea Mansur
Gazeta de Beirute

Leia Mais: http://www.gazetadebeirute.com/2013/05/o-que-e-o-tdah.html#ixzz2TLNVg6kR
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CREDITOS: http://www.gazetadebeirute.com/2013/05/o-que-e-o-tdah.html

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