quarta-feira, março 26, 2014

Sistema FM sendo utilizado como apoio na terapia fonoaudiológica

O sistema FM funciona como um microfone sem fio que fica com o profissional captando o sinal sonoro enviando para o paciente a mensagem de forma mais limpa e compreensível para ele.
A distância entre paciente e profissional não prejudica a  funcionalidade do sistema, não havendo interferências de ruídos de fundo, visto que é a voz do interlocutor que fica em destaque.
Esse sistema é muito funcional também nas escolas dentro das salas de aula.
Fonoaudióloga: Aline Pedroni
 
 

terça-feira, março 25, 2014

O gosto pela escrita


Como criar um ambiente favorável para despertar e ajudar seu filho a manter o gosto pela escrita


Para qualquer lugar que se olhe é possível perceber: vivemos em um mundo letrado. Nomes de lojas, indicações no trânsito, anúncios, destinos de ônibus, embalagens de produtos, na caixa do brinquedo, no videogame, as letras estão por toda a parte, dentro e fora de casa. E por isso, o contato das crianças com a escrita acontece muito antes de isso ser trabalhado formalmente na escola.


São os pais, portanto, os primeiros a terem a oportunidade de apresentar esse maravilhoso universo a seus filhos e ajudar a tornar a escrita, mais do que algo prático, em um prazer. Não se trata, no entanto, de assumir a missão de ensinar o filho a escrever. Apenas criar (e manter) uma boa base para o trabalho que a escola fará depois.

"Tão importante quanto um ambiente que seja favorável e estimule a curiosidade é o respeito ao ritmo da criança. Não é saudável a ansiedade em ver o filho escrevendo precocemente, pois isso gera uma pressão que poderá levar a um desinteresse mais para frente", comenta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Mesmo após o período de alfabetização, há muito o que fazer em casa. "É preciso trazer a escrita para a rotina e envolver a criança em situações nas quais ela é utilizada", defende Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

As duas especialistas apresentam dicas de como despertar e ajudar seu filho a manter o gosto pela escrita.

Repensar a própria relação com a escrita
Para que o estímulo seja efetivo ele deve vir de alguém que tenha real envolvimento com a escrita. "É preciso deixar de encarar a escrita como um bicho-papão, enfrentar seus próprios medos e limites. Caso contrário é como alguém que não gosta de brócolis querer convencer o filho de que brócolis é gostoso", afirma Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília). "Quem tem dificuldades ou receios pode aproveitar o momento para vencê-los junto com a criança e criar novos hábitos relacionados ao ato de escrever".
Saber que tudo começa com a leitura
Quem lê bastante escreve bem. Seguir as recomendações de como incentivar o gosto pela leitura é também estimular a escrita.
Criar um ambiente no qual regras são seguidas
Para escrever é necessário seguir regras. "Não posso escolher qualquer letra para escrever a palavra ‘casa’. É preciso seguir a convenção estabelecida e isso é mais facilmente compreendido por quem está acostumado com regras", diz Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O ideal, então, é envolver a criança na dinâmica familiar, indicando que ela, assim com os demais membros da família, possui deveres. "Para os pequenos pode ser algo simples como colocar o travesseiro no armário. O importante é que haja algo e isso vá se ampliando conforme as condições de cada faixa etária", explica.
Usar a escrita rotineiramente
Manter papel e lápis ao alcance de todos da casa e não perder a oportunidade de usá-los nunca. "Chegou tarde em casa e o filho já estava dormindo? Deixe um bilhete dizendo que você passou no quarto dele para dar um beijo de boa noite", exemplifica Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

Outro bom momento é a hora de fazer a lista de compras do supermercado, que pode ser escrita de forma conjunta, até mesmo pelos menorzinhos (que podem "anotar" desenhando ou rabiscando que é preciso comprar sua bolacha favorita).
Promover jogos e atividades com a escrita
Sua filha é fã de um ator ou grupo musical? Que tal, juntas, procurar fotos e informações e escrever um perfil dele? O menino torce para um time de futebol? Chame-o para fazer como você um cartaz do time, com as principais conquistas e jogadores famosos. Ou seja, a sugestão é aproveitar os assuntos de interesse para produções escritas.

"Mas é importante que isso não se torne uma obrigação. E é para ser feito a quatro ou mais mãos, de forma prazerosa. Não pode ser uma tarefa que a mãe passa para o filho fazer sozinho e que irá cobrar depois", ressalta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Valorizar a produção

"As primeiras tentativas da criança serão rabiscos. Ela fará um garrancho e irá dizer que desenhou a mãe, o pai, a avó. É preciso reconhecer este grande passo que é entender que um símbolo pode representar algo e não desestimular dizendo que aquilo não é o desenho de uma pessoa", diz Silmara Carina Munhoz,

Isso vale para todos os momentos da escrita. Receber um bilhete e logo apontar que há erros como a falta de uma letra em uma palavra ou que, por exemplo, "casa" não é escrito com "z", só irá reduzir a espontaneidade da criança.

Ao contrário, é preciso adotar pequenos gestos, como guardar um desenho ou um bilhete da criança, ou acompanhar o que o filho escreve em blogs ou nas redes sociais e interessar-me pela poesia que ele criou. "Isto mostra que você valoriza esta forma de comunicação", comenta a doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB.
Preocupar-se com a caligrafia na medida certa
É importante também que os pais também produzam e compartilhem suas criações.Não é preciso exigir do seu filho excessos de capricho na letra. O importante é que seja possível entender o que ele quis escrever. Caso a letra prejudique o entendimento, vale chamar a atenção. "Um modo bastante prático é deixar um bilhete com um assunto de interesse de seu filho com trechos impossíveis de ler por causa da letra. Ele perceberá como isso atrapalha a comunicação", sugere Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Uma saída pode ser os famosos cadernos de caligrafia. Mas o ideal é debater o assunto com o professor para buscar a melhor solução.
Não abandonar o processo
O envolvimento da família com a escrita não pode ser encerrado só porque já se percebe que a criança ou o jovem já tem total autonomia no escrever. Os bons hábitos e atividades devem ser mantidos e ainda ampliados, tornando-se algo natural na rotina.

"É um erro comum. Pais deixam de ler histórias assim que seus filhos aprendem a ler, privando a criança daquele momento que ela tanto gostava, o que só desestimula", comenta doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

Convite IV Encontro AMA LITORAL-SC


Francisco, 1º papa que dedica uma audiência exclusiva a surdos e cegos


Segundo Jacob Badde, membro de uma comunidade de pessoas com deficiência auditiva, Francisco é o primeiro papa que convida surdos e cegos para uma audiência exclusiva no Vaticano. O encontro será realizado no dia 29 de março, na Sala Paulo VI.
“Estou muito contente ao ver que o Papa torna nosso mundo público por meio de uma audiência, pela primeira vez dedicada a pessoas como nós – confirmou Jacob, em entrevista à CNA. Temos um grave impedimento físico e a maior parte das pessoas não sabe o que isso significa para nós.”
Filho do vaticanista Paul Badde, ex-correspondente em Roma do jornal alemão “Die Welt”, Jacob é um dos membros da comunidade de pessoas surdas que participará do encontro com o Pontífice.
Jacob explicou que este é um fato sem precedentes. “Certamente, outros papas já convidaram pessoas surdas, mas é a primeira vez que o evento é organizado especialmente para nós”, explicou.
Ele acrescentou: “O Papa Francisco nos convidou para uma audiência em Roma, o centro da Igreja, e estamos ansiosos por chegar a este momento”.
Sobre a importância de um encontro desse tipo para a comunidade de cegos e surdos, Jacob sublinhou que “todos nós levamos uma vida repleta de alegrias e dores, e nos comunicamos constantemente entre nós. É por isso que o encontro com o Papa tem uma grande importância.
Falando de suas expectativas pessoais, Jacob expressou a esperança de que “possamos desenvolver uma relação pessoal com o Sucessor de Pedro, por meio deste encontro”.
“Quando eu era pequeno, fui com meu pai a Fulda, para ver o Papa João Paulo II, que me abençoou e beijou meus ouvidos”, recordou, acrescentando que “seria bonito que o Papa Francisco pudesse ajudar a mudar positivamente a vida de todos os surdos”. 

Fonte: http://reflexoesdaeducacaoinclusiva.blogspot.com.br/

segunda-feira, março 24, 2014

Projeto de Lei 2515



Boa tarde, galera!

Apresentei o projeto de Lei 2515 de 2011, que torna crime qualquer forma de castigo corporal, ofensa psicológica, tratamento cruel ou degradante à criança ou adolescente com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental.


No Brasil, não existem dados consistentes sobre a violência contra a pessoa com deficiência. Mas é consenso que as pessoas com deficiência estão mais expostas a este tipo de crime, inclusive, dentro de suas casas.

Quer saber mais sobre o PL e dar a sua opinião? Acesse: http://bit.ly/OE3iXY

Tamara - Música é para todos os ouvidos!

Assista este filme e se emocione! "Música é para todos os ouvidos!

Tamara_Film Endereço: http://vimeo.com/67068457

Veja o vídeo: http://goo.gl/NuXjxj

quinta-feira, março 20, 2014

Romário e Ivy na Rede Record

 

Eu, a Bella e a Ivy, estaremos amanhã, Dia Internacional da #SíndromeDeDown, às 10h da manhã, ao vivo, no Programa Hoje em Dia da Rede Record.
Convido a todos a acompanharem a nossa entrevista!
Um abraço, galera!


Síndrome de Down

Para a colaborar com a conscientização da Síndrome de Down, queremos ressaltar Lauren Potter!

Atriz norte-americana, mais conhecida pelo seu papel de "Becky Jackson" na série de televisão Glee.

Potter interpreta Becky Jackson, uma líder de torcida com síndrome de Down, no série de TV Glee. A treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester (interpretada por Jane Lynch) se interessa por Becky, pois a irmã mais velha de Sue, Jean, também tem síndrome de Down.

Em novembro de 2011, o presidente Barack Obama designou a Potter o Comitê do Presidente para Pessoas com inaptidões Intelectuais onde ela aconselhará para Casa Branca assuntos relacionadas à população com inaptidões intelectuais.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lauren_Potter

Um exemplo de superação!

Fama!!!

Lauren Potter que interpreta Becky Jackson em Glee, conversou com a gente sobre a sua forma e deu suas dicas de beleza no Actors Para "Reach for the Stars" O evento de autismo

Projeto Cultura e Travessura

      O Projeto Cultura e Travessura é uma iniciativa da Secretária Municipal de Educação, onde o objetivo é oferecer as escolas municipais apresentações e oficinas teatrais. Os músico da Proarte foram convidados a realizarem uma aula de musicalização diferente e atrativa. Foi mostrado para os educandos diferentes timbres e ritmos para dançar e cantar músicas.
Este trabalho também tem o objetivo de desenvolver atividades lúdicas que ampliam o universo cultural dos alunos. Workshop de música, contação de histórias, apresentações teatrais, mostras literárias, jogos gigantes, a escola vai ao cinema, grupos de dança e maratona de contos. Agora o Cemespi faz parte deste universo que levará cultura e travessura para nossos educandos!
     Assim, o Programa Cultura e Travessura visa estimular a sensibilidade do aluno, incentivando-o a pensar, sentir e agir de maneira diferente, por meio do uso de diversas linguagens artísticas, desenvolvendo valores, sentimentos e emoções, tornando-os indivíduos dinâmicos e criativos inseridos no contexto da sociedade.
    O Programa conta com o apoio do SESC, Proarte, Núcleo Educacional de Contraturno Dilzelena Márcia Teixeira, Núcleo Experimental de Formas Animadas, Conservatório de Música, Grupo Cálice Expressão de Arte, Univali – Grupo ContArt, Tríade Dança de Rua e Grupo Millennium.
  
Fonte: http://educacao.itajai.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=565&Itemid=1
Supervisora do programa: Juliana Pereira

Concentração inicial
Profissionais
Educandos
Educandos
Comendo um docinho enquanto aguardam o início da apresentação
TVBE veio nos filmar
Interpretação de Sany Justis
PROARTE
Cultura

Vídeo - Música de abertura Aquarela/Toquinho



 

Vídeo - Animais e ritmos



Grande Final

Educandos agradecendo pela maravilhosa apresentação



Aprendendo Libras com os alunos do Cemespi

Vídeo - Aprendendo Libras com os alunos do Cemespi




Diretora Gisele agradecendo a inclusão do Cemespi no projeto Cultura e Travessura da SME.

Seminário de Estudo e Cosncientização sobre Autismo

Inscrições gratuitas. Vagas limitadas !
Haverá certificação.
Site da Escola do Legislativo: WWW.alesc.sc.gov.br
E-mails: escoladolegislativo@alesc.sc.gov.br
Fones: (48) 3221 2952, 3221 2828, 3221 2927

quarta-feira, março 19, 2014

Grupo Bolinha de Sabão

Os profissionais do Grupo Bolinha de Sabão realizaram um excelente trabalho!
Confira!

Profissionais: Fernanda Cristina Ratti (Psicóloga), Carolina Maiola (Prof.ª AEE), Gisele Cristina de Souza (Fisioterapeuta), Karine Amorim (Fisioterapeuta) e Rubia Coelho Werner (Fonoaudióloga)

Objetivos: Psicomotricidade fina
                Autopercepção (visualização de si através do desenho)
             
Primeira etapa: picar o papel - Psicomotricidade fina.




Segunda etapa - Colar no autorretrato
Psicóloga Fernanda
Fonoaudióloga Rubia
 


Fisioterapeuta Gisele
Prof.ª Carolina